Planejamento financeiro para pequenas empresas: como transformar metas em lucros

Publicado dia 2 de setembro de 2019

O planejamento financeiro para pequenas empresas é a melhor bússola para seguir na direção certa. 

Hoje, tamanho é o que menos importa, com as inúmeras possibilidades de escalar suas vendas e crescer mais rápido. 

Mas, para isso, você precisa de um bom plano para tomar decisões certeiras. 

Infelizmente, a saúde financeira das empresas brasileiras indica que não estamos planejando como deveríamos. 

Em agosto de 2018, batemos o recorde de inadimplência: mais de 5,5 milhões de CNPJs negativados, segundo um relatório do Serasa Experian.

Se você quer fugir dessa estatística e garantir o futuro do seu negócio, é melhor começar a planejar o quanto antes.

Continue lendo e saiba como traçar as rotas do seu dinheiro. 

Importância do planejamento financeiro para pequenas empresas

O planejamento financeiro é fundamental para crescer e prosperar, independentemente do porte da empresa.

Como empreendedor, você deve concordar que o caminho para conquistar um negócio sustentável e lucrativo não é fácil, certo?

Por isso, tudo começa com um bom plano. 

Antes de alcançar o patamar de lucros esperado, a organização passa por várias etapas e precisa ser guiada pelas rotas certas para atingir seus objetivos.

Em termos financeiros, isso significa equilibrar as receitas e despesas, reduzir custos e aumentar as receitas, alocando os recursos da forma mais eficiente possível. 

Mas nada disso pode ser feito na base da intuição ou decisão imediatista, pois estamos falando de cálculos e estatísticas.

Logo, você precisa de um planejamento, ou seja, um roteiro para conduzir suas decisões financeiras e gerenciar o dinheiro com inteligência. 

A única diferença entre o plano de uma grande corporação e o de uma pequena empresa é a complexidade, mas ambos são indispensáveis para o futuro do negócio.

5 erros de planejamento financeiro nas empresas

Existe um mito de que o planejamento financeiro para pequenas empresas não é necessário e demanda muito esforço para pouco resultado.

Na prática, é justamente o contrário: planejar diminui consideravelmente os riscos e aumenta suas chances de sucesso.

Mas, para que seu plano funcione, você precisa evitar os erros a seguir.

1. Negligenciar o capital de giro

Muitos empreendedores falham na hora de calcular seu capital de giro, que é a reserva de emergência que garante a estabilidade da empresa.

Esse montante é essencial para cobrir as despesas da organização em momentos de crise e imprevistos, evitando que seu negócio fique no vermelho. 

Para calcular o seu, você deve subtrair os ativos circulantes (entradas) pelos passivos circulantes (saídas).

2. Usar o caixa da empresa para gastos pessoais

Outro erro fatal é usar o caixa da empresa para gastos pessoais, ao invés de definir um pró-labore adequado.

Inclusive, muitos empreendedores movimentam a conta física e jurídica sem nenhuma distinção.

O resultado é a falta de controle sobre a situação financeira da empresa, comprometimento dos registros e esgotamento de recursos. 

3. Investir tudo do próprio bolso

O problema inverso ao anterior ocorre quando o empreendedor compromete todas as suas finanças pessoais com a empresa, ao invés de planejar os investimentos a partir dos resultados do negócio.

Como já sabemos, apostar tudo em uma única aplicação é imprudente, e isso também vale para sua própria empresa.

4. Definir objetivos incoerentes

Na hora de planejar as finanças, a definição de objetivos é um ponto crítico que gera muitas dúvidas. 

O erro mais comum, nesse caso, é ser ambicioso demais ou de menos.

Na primeira situação, você acaba definindo objetivos inalcançáveis que só dificultam a gestão financeira, enquanto na segunda as metas são tão fáceis que não levam a lugar algum. 

5. Acompanhar as métricas erradas

Às vezes, o empreendedor pode ter um ótimo plano, com objetivos coerentes e estratégias adequadas, mas errar no monitoramento das métricas.

Isso acontece quando você acompanha somente os KPIs mais amplos, como os lucros e perdas ou simplesmente o faturamento em um período específico.

Por isso, é fundamental conhecer os indicadores financeiros para avaliar mais a fundo o progresso das suas metas. 

Como fazer planejamento financeiro para pequenas empresas

Existem vários métodos e ferramentas para fazer o planejamento financeiro para pequenas empresas, e cabe a você encontrar o mais eficiente.

Mas é claro que uma referência é bem-vinda.

Acompanhe os passos essenciais do processo.

1. Avalie sua saúde financeira

O ponto de partida de qualquer planejamento financeiro para pequenas empresas é o diagnóstico completo da situação do negócio.

Para isso, vale juntar demonstrativos de lucros e perdas, relatórios, balanços patrimoniais e outros documentos contábeis que ofereçam um panorama da sua saúde financeira atual.

2. Estude seu mercado

Para planejar suas finanças, você também precisa olhar para o mercado e entender as oportunidades e ameaças que rondam seu negócio.

Então, antes de definir seus objetivos, analise seu posicionamento diante da concorrência, tendências à vista e relacionamento com seus clientes.

3. Defina seus objetivos

Os objetivos definem aonde você quer chegar e a qual velocidade, de acordo com suas projeções do negócio.

Lembre-se de considerar suas prioridades e incluir quitação de investimentos, metas de aumento de receitas e metas de expansão da empresa para o futuro.

4. Use as ferramentas certas

Você vai notar que o planejamento financeiro para pequenas empresas envolve uma série de dados, números e variáveis.

Por isso, é importante usar as ferramentas certas para organizar suas informações e contar com soluções digitais para facilitar sua tarefa. 

Soluções como a Conta Azul e a Treasy, por exemplo, podem facilitar muito a sua vida.

As duas ferramentas são complementares, na verdade.

A Conta Azul é uma plataforma de gestão completa, que acelera o controle financeiro, traz insights para a tomada de decisão e ainda conecta todas as áreas da empresa.

E a Treasy é uma solução muito interessante para o planejamento orçamentário da empresa, já que ela facilita o plano de contas e centro de custos, gera análises de relatórios gerenciais e aumenta a previsibilidade dos números.

Assim, você não fica perdido entre planilhas e papéis e tem todos os dados à mão para planejar seu orçamento, fazer projeções financeiras e acompanhar resultados.

5. Controle sua execução

Para garantir que seu plano está dando certo, você precisa controlar todas as ações a partir de métricas confiáveis.

Afinal, não basta elaborar um plano complexo: é preciso colocá-lo em prática e monitorar os resultados de perto, fazendo as correções necessárias. 

Caso contrário, seu planejamento financeiro pode acabar engavetado e suas metas ficarão ainda mais distantes. 

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