Início Plataforma Copilot Integrações Metodologia Serviços Casos de Sucesso Planos Blog Colunas Controller Cast Canal no YouTube Melhores Materiais Trilhas de Conhecimento Universidade Treasy Biblioteca Treasy Caixa de Ferramentas Glossário de FP&A Treasy para seu Negócio
Entrar
Treasy BI Financeiro Treasy Planejamento Experimentar grátis →
Glossário de FP&A

Elisão fiscal

O que é

A elisão fiscal é a redução do imposto por meios legais: usar as opções que a lei oferece, decidindo antes do fato gerador e com transparência. É legítima e se distingue da evasão fiscal, que é sonegar e é crime.

Aparece quando o gestor compara regimes e decisões para pagar menos imposto, no trabalho de gestão estratégica dos impostos da empresa, conduzido com o contador.

Como funciona

Três marcas separam a elisão da fraude:

  • Legalidade: a redução usa as opções que a própria lei oferece, como a escolha do regime tributário e outras decisões lícitas, entre elas a forma de remunerar sócios e a estrutura societária.
  • Momento: a escolha vem antes do fato gerador, e não depois de o imposto já ter nascido.
  • Transparência: a empresa age às claras, sem esconder operação do fisco.

Do outro lado fica a evasão fiscal, que é sonegar, esconder ou fraudar, e é crime, como o mapa do planejamento tributário por regime resume.

Exemplo prático

Vamos supor uma empresa de manutenção industrial que, antes de o ano começar, simula a carga tributária de dois regimes que a lei lhe permite, com os números reais de faturamento, margem, folha e créditos. A conta, inventada para o exemplo, dá R$ 378.100 num regime e R$ 339.200 no outro.

Escolher o segundo, antes do fato gerador e com a contabilidade em dia, é elisão e economiza R$ 378.100 − R$ 339.200 = R$ 38.900. Chegar aos R$ 339.200 deixando de registrar parte das vendas seria evasão, que é crime.

Como interpretar e erros comuns

A elisão é um direito, mas só enquanto cumpre as três marcas. As falhas típicas:

  • Confundir elisão com evasão. Reduzir imposto escondendo ou fraudando não é planejamento: é sonegação, e traz consequências graves.
  • Agir depois do fato gerador. A economia legítima vem de decisões tomadas antes; ajustar o imposto depois de ele nascer já não é elisão.
  • Reduzir o planejamento ao regime. O regime é a maior decisão, mas não a única: forma de remunerar sócios, estrutura societária, créditos e benefícios também entram.

Em todos os casos, vale fazer a conta com o contador e revê-la ao menos uma vez por ano, ou quando a empresa ou a lei mudarem.

Para ir além

Leve Elisão fiscal para dentro da rotina financeira da sua empresa.

Experimentar grátis

← Voltar ao glossário