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6 análises financeiras gratuitas para Omie e Conta Azul

Veja 6 análises financeiras gratuitas no Treasy para quando os relatórios do Omie e Conta Azul não entregam o que o financeiro precisa. Sem planilha, sem DAX.

Neste artigo

Análises financeiras gratuitas revelando valor escondido nos dados do ERP

Imagine sair daquele reporte de segunda sabendo exatamente de onde veio cada número, sem ter passado o domingo garimpando fórmula em planilha. É esse o ganho que você vai tirar daqui. Você conhece o pedido que cai na sexta à tarde: resultado por linha de receita, comparativo com o período anterior, distribuição das despesas, tudo pronto para a diretoria. O relatório do ERP não dá conta. A planilha dá, mas custa horas de fórmula e garimpo. E o BI tradicional pede DAX ou um analista de dados disponível bem naquele momento.

Neste episódio do Treasy na Prática, Daniel (cofundador da Treasy) abre o sistema ao vivo e percorre seis análises que qualquer financeiro consegue montar em minutos, sem precisar sair do plano gratuito. Se você usa Omie, Conta Azul, Granatum, Nibo ou Kamino, o passo a passo se aplica diretamente à sua empresa.

Capa do vídeo: 6 análises financeiras GRATUITAS para o Omie e Conta AzulVídeo · YouTube

Por que o ERP não entrega o que o financeiro precisa

O ERP faz muita coisa bem: contas a pagar e a receber, emissão de nota fiscal, gestão de entradas e saídas. Só que quando o financeiro precisa de análise de indicadores financeiros ou de acompanhamento do P×R, o relatório padrão do ERP costuma ficar raso. São indicadores simples, pouca customização e quase nenhuma visão gerencial.

Daniel resume bem o sintoma mais comum nos times que chegam à Treasy: o medo do número ser questionado no reporte. É aquele diretor que levanta a mão no meio da reunião e pergunta de onde veio aquela linha, e o controller congela. O resultado prático é o financeiro virando a noite para terminar a análise, "garimpando" o número correto entre abas de planilha. É um problema de processo, não de competência: faltou tempo para a análise porque sobrou tempo montando a planilha.

A saída que o episódio mostra é conectar o ERP ao Treasy (via chave de API ou autenticação OAuth, dependendo do sistema), fazer a modelagem financeira do plano de categorias e ter as seis análises prontas logo depois. Tudo no plano gratuito.

Os três pré-requisitos antes de começar

O episódio não se aprofunda no setup, mas deixa claro que há três etapas antes das análises:

  1. Criar a conta no Treasy (link na descrição do vídeo ou pelo site).
  2. Conectar o ERP em "Minhas fontes de dados". Os ERPs 100% integrados incluem Omie, Conta Azul, Granatum, Nibo e Kamino.
  3. Fazer a modelagem financeira: organizar as categorias do ERP em uma estrutura de resultado dentro do Treasy, fazendo o de-para entre o plano de contas do sistema e as naturezas do Treasy.

Feito isso, o DRE, o DFC e os principais indicadores (EBIT, margem de contribuição, lucratividade) já estão praticamente prontos. A partir daí, as seis análises estão disponíveis.

As 6 análises gratuitas

1. Geração de caixa mensal

A primeira e mais imediata. Clicando em "Todos" na estrutura de resultado, o Treasy agrupa todas as entradas e subtrai todas as saídas, entregando a geração de caixa mês a mês pela data de pagamento. O gráfico de colunas empilhadas adiciona a composição: acima do eixo zero ficam as receitas; abaixo, as deduções, custos variáveis e despesas. Em um único visual você vê quanto a empresa gerou e de onde veio cada parcela. Para quem prefere números, há também a tabela com os valores detalhados, similar a uma tabela dinâmica no Excel.

2. Composição das receitas

Com o grupo de receita diretas expandido, o Treasy mostra cada linha de produto ou serviço e seu peso no total. No exemplo ao vivo, uma empresa de serviços tinha a maior parte da receita em "CFO as a Service", com BPO financeiro e consultoria complementando. O gráfico de pizza transforma isso em distribuição percentual instantaneamente. Quem precisa ir mais fundo pode detalhar visualmente as sublinhas de receita sem abrir planilha nenhuma.

3. Composição das despesas

A mesma lógica do item anterior, agora nas saídas. O financeiro expande o grupo de despesas administrativas e vê a composição em gráfico de linha ou tabela. A visão tabular é especialmente útil para identificar aquele lançamento que "tá estranho" e precisar ser corrigido direto no ERP.

4. Análise histórica

Com o gráfico de colunas e linhas, o Treasy coloca lado a lado o realizado do período atual e o mesmo período do ano anterior. Janeiro 2025 ao lado de Janeiro 2024, Fevereiro 2025 ao lado de Fevereiro 2024 e assim por diante. A comparação é válida para receitas, gastos com pessoal, despesas ou geração de caixa. É também o ponto de partida natural para elaborar o orçamento empresarial, porque você está comparando a empresa com ela mesma.

5. Análise de sazonalidade

Ampliando o período analisado para 12 ou 24 meses, o mesmo gráfico começa a revelar padrões recorrentes. Se toda virada de ano a receita sobe, ou se todo segundo trimestre as despesas pesam mais, esse comportamento aparece claramente na visualização. Entender a sazonalidade de caixa da empresa é o que permite antecipar apertos e planejar reservas com antecedência, sem depender de intuição.

6. Diferentes visões de tempo

A última análise não é um visual novo, é uma dimensão diferente para qualquer das análises anteriores. Com um clique, o Treasy muda a granularidade de mensal para diária, semanal, trimestral, semestral ou anual. A visão diária ajuda a identificar lançamentos fora do padrão; a visão trimestral ou anual vai direto para o reporte de board. Sem criar colunas novas na planilha, sem novas fórmulas.

O que você ganha com isso na prática

Análise Pergunta que responde Formato mais útil
Geração de caixa Quanto a empresa gerou e como? Colunas empilhadas + total
Composição das receitas De onde vem a receita e qual linha pesa mais? Pizza ou barras com detalhamento
Composição das despesas Para onde vai o dinheiro e o que está diferente? Tabela detalhada ou linha
Análise histórica Estou melhor ou pior que no mesmo período anterior? Colunas agrupadas por período
Sazonalidade Existe um padrão recorrente no meu resultado? Série temporal longa (12–24 meses)
Visões de tempo O que aconteceu neste dia/semana/trimestre? Granularidade ajustável com um clique

Da análise ao planejamento

As seis análises resolvem o reporte imediato, mas o episódio aponta para um passo além: a análise histórica e a de sazonalidade são o ponto de partida para o planejamento financeiro empresarial. Quando você sabe como a receita se comportou nos últimos dois anos e quais meses tendem a comprimir a margem, você tem base para elaborar o orçamento de vendas e as premissas orçamentárias com muito menos chute.

Para quem ainda não tem esse processo estruturado, o caminho é: conectar o ERP, fazer a modelagem financeira e começar pelas análises de caixa e receita. Com o histórico visível, o próximo passo é montar o acompanhamento financeiro eficaz mês a mês e, a partir daí, caminhar para o controle orçamentário completo. O kit de análise da saúde financeira reúne os indicadores e modelos que ajudam a dar esse próximo passo com mais clareza.

O episódio também deixa claro que não é preciso ter um time grande ou um BI corporativo para chegar nesse nível de gestão financeira empresarial. É o que o Grupo São José viveu na prática: ao trocar o garimpo manual por relatórios gerenciais montados direto da fonte, a controladoria do grupo reduziu em 80% o tempo que gastava para consolidar os números de 28 lojas. O mesmo princípio que Daniel mostra ao vivo, só que em escala de varejo. O plano gratuito do Treasy, conectado ao ERP que a empresa já usa, entrega as análises que o financeiro precisa para o reporte da próxima segunda. O que muda é o tempo: em vez de horas de planilha, minutos de configuração.

Se quiser acelerar a estruturação do financeiro ou precisar de apoio para montar a modelagem financeira do seu negócio, a Treasy tem um time de especialistas em PMEs. E para experimentar por conta própria, crie sua conta gratuitamente e conecte o seu ERP ainda hoje.

Perguntas frequentes

Quais ERPs são integrados ao Treasy para usar essas análises?
Omie, Conta Azul, Granatum, Nibo e Kamino são os ERPs 100% integrados mencionados no episódio. A integração é feita via chave de API ou autenticação OAuth, dependendo do sistema. A lista é atualizada com frequência.
Preciso pagar alguma coisa para ter acesso às 6 análises?
Não. Todas as seis análises mostradas no episódio estão disponíveis no plano gratuito do Treasy. Basta criar a conta, conectar o ERP e fazer a modelagem financeira.
O que é a modelagem financeira que o episódio menciona?
É o processo de organizar as categorias do seu ERP em uma estrutura de resultado dentro do Treasy. Você faz um de-para: cada categoria do plano de contas do ERP é associada a uma natureza no Treasy (receita, custo variável, despesa etc.). O Treasy sugere a estrutura, mas você pode customizar nomes, criar novos itens e reorganizar como quiser.
Por que o relatório padrão do ERP não é suficiente para o financeiro?
Porque o objetivo principal do ERP é gerir o processo financeiro operacional: contas a pagar e a receber, notas fiscais, controle de fluxo. Quando o assunto é análise gerencial e acompanhamento de indicadores, os relatórios costumam ser rasos, com pouca customização e sem profundidade para o reporte à diretoria.
O que é a análise de geração de caixa mostrada no episódio?
É a visão de todas as entradas menos todas as saídas do período, analisadas pela data de pagamento. O gráfico de colunas empilhadas mostra a geração líquida (linha de total) e a composição: receitas acima do eixo zero e deduções, custos e despesas abaixo. Permite entender de um relance quanto a empresa gerou e de onde veio esse resultado.
Como funciona o drill-down na análise de composição de receitas?
Você expande o grupo de receitas na estrutura do Treasy e vê cada linha de produto ou serviço. Se uma linha tiver sublinhas (por exemplo, 'Serviços e Consultorias' com 'Consultoria Pontual' e 'Retainer'), você clica e desce um nível. O gráfico de pizza exibe a distribuição percentual de cada linha sem precisar criar fórmulas ou tabelas dinâmicas.
Como identificar lançamentos errados ou fora do padrão usando essas análises?
A análise de composição de despesas em modo tabela mostra cada lançamento no nível de detalhe. Se um valor está estranho ou fora do padrão histórico, você identifica ali e corrige diretamente no ERP. A visão diária na análise de dimensões de tempo também ajuda a isolar lançamentos pontuais que distorcem o resultado do mês.
O que é a análise histórica e como ela difere da análise de resultado normal?
A análise de resultado mostra só o período atual. A análise histórica coloca lado a lado o realizado de cada mês com o mesmo mês do ano anterior. Você está comparando a empresa com ela mesma, o que elimina o viés de tentar comparar com médias de mercado que podem não se aplicar ao seu negócio.
Para que serve a análise de sazonalidade?
Para identificar padrões recorrentes ao longo dos meses. Se toda virada de ano a receita sobe ou se todo segundo trimestre as despesas ficam pressionadas, isso aparece quando você olha 12 a 24 meses de histórico. Entender a sazonalidade permite planejar reservas de caixa, ajustar metas de venda e calibrar o orçamento com mais precisão.
Quando usar a visão diária versus a visão mensal ou anual?
A visão diária é útil para investigar lançamentos específicos ou auditar um período curto. A mensal é o padrão para o acompanhamento de resultado e o reporte interno. A trimestral ou anual serve para reuniões de board ou comparativos estratégicos. O Treasy muda a granularidade com um clique, sem criar colunas ou fórmulas extras.
Quanto tempo leva para fazer as 6 análises depois que o ERP está conectado?
O episódio mostra o percurso completo em poucos minutos. Depois que a modelagem financeira está feita, as análises são ajustes de visualização: trocar o tipo de gráfico, expandir um grupo, mudar o período. O tempo pesado é o setup inicial (conectar o ERP e fazer o de-para), não a análise em si.
Posso usar essas análises como base para montar o orçamento empresarial?
Sim. A análise histórica e a de sazonalidade são o ponto de partida natural para o orçamento. Quando você sabe como a receita se comportou nos últimos dois anos e quais meses tendem a comprimir a margem, as premissas orçamentárias ficam muito mais sólidas do que quando o orçamento parte do zero ou de uma estimativa de cabeça.
O Treasy substitui completamente o Excel?
Para as análises gerenciais mostradas no episódio, sim. O Daniel aponta que muitos financeiros continuam recorrendo ao Excel porque o ERP não atende, não porque o Excel seja a melhor ferramenta. O Treasy entrega visão de geração de caixa, composição e histórico sem fórmulas, tabelas dinâmicas ou concatenações. Quem prefere trabalhar com números também tem a visão tabular disponível dentro da plataforma.
O Treasy funciona para empresas pequenas ou só para grandes?
O episódio faz questão de ressaltar que a plataforma foi pensada para PMEs. O time da Treasy é especializado em ajudar pequenas e médias empresas a estruturar o financeiro dentro da realidade e da rotina delas, não em adaptar metodologias de grandes corporações.
O que acontece se eu precisar de apoio para estruturar a modelagem financeira?
A Treasy tem um time de especialistas em PMEs que pode ajudar a montar a modelagem financeira, organizar o de-para das categorias e estruturar as análises de acordo com a realidade do negócio. O link para falar com um especialista aparece na descrição do vídeo e nos comentários do canal.

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