Cuidar da controladoria e estar à frente do orçamento pode ser bem solitário.
Eu mesmo já falei por aqui sobre como é importante o orçamento ser “comprado” pela diretoria, para só depois conquistar o envolvimento das lideranças.
Mas tem quem inverta esse fluxo, mostrando resultado antes de pedir adesão.
Esse é o caso do Ramon Kalil, da Icatu Brasil.
Conversei com ele na semana passada, e o que ele construiu por lá é digno de destaque.
Ramon assumiu sozinho a missão de estruturar o orçamento da empresa. E foi além: criou uma forma engenhosa de engajar os líderes operacionais.
Para não ser visto como o “bad cop” da controladoria, Ramon capacitou gestores estratégicos e os transformou em multiplicadores, cada um responsável por fomentar o processo nos mais de 40 centros de custo da empresa.
“À𝘴 𝘷𝘦𝘻𝘦𝘴 𝘰 𝘨𝘦𝘴𝘵𝘰𝘳 𝘴𝘦 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘮𝘢𝘪𝘴 à 𝘷𝘰𝘯𝘵𝘢𝘥𝘦 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘵𝘪𝘳𝘢𝘳 𝘥ú𝘷𝘪𝘥𝘢𝘴 𝘤𝘰𝘮 𝘶𝘮 𝘱𝘢𝘳, 𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘪𝘨𝘰.”
E os resultados vieram rápido.
Logo no primeiro ciclo, contratos que pareciam super rentáveis revelaram margens abaixo do esperado. Dados confiáveis, análise por centro de custo e uma equipe comprometida mudaram o jogo.
Hoje, Ramon deixou de apagar incêndios para se tornar mais estratégico. E o orçamento virou cultura, não planilha.
👇 Vou deixar o link completo do bate papo nos comentários.
E na sua empresa? Vai deixar mais um semestre passar sem um orçamento bem feito?
Publicado originalmente no LinkedIn em 28 de maio de 2025. Ver o post original
