Início Plataforma Copilot Integrações Metodologia Serviços Casos de Sucesso Planos Blog Colunas Controller Cast Canal no YouTube Melhores Materiais Trilhas de Conhecimento Universidade Treasy Biblioteca Treasy Caixa de Ferramentas Glossário de FP&A Treasy para seu Negócio
Entrar
Treasy BI Financeiro Treasy Planejamento Experimentar grátis →
Glossário de FP&A

Rodada de investimento

O que é

A rodada de investimento é cada captação de dinheiro novo que a empresa faz junto a investidores, num valor que deve ser compatível com a sua necessidade de investimento. Ela serve de referência para o valor da empresa naquele momento, inclusive na hora de precificar stock options.

Na hora de planejar uma rodada, olha-se o quadro de quem detém participação na empresa, porque erro nele gera problemas na hora de captar, e o prazo do dinheiro, que o artigo sobre o tempo de pista da empresa trata como o horizonte para chegar ao ponto de equilíbrio ou levantar uma nova rodada.

Como funciona

O valor da rodada sai da projeção, não do desejo. Segundo o roteiro de sete passos para dimensionar a captação, parte-se da projeção financeira completa, calculam-se o fluxo de caixa e o fluxo de caixa acumulado, soma-se a necessidade de capital de giro, com no mínimo um mês de despesas de reserva, e identifica-se o ponto mais negativo da curva. O valor da rodada deve ser compatível com esse ponto: nem muito acima, nem muito abaixo.

Para decidir quantas rodadas fazer, o mesmo texto manda dividir a necessidade total de caixa pelo burn rate mensal, o que dá os meses de operação, e comparar com o tempo até o equilíbrio.

Exemplo prático

Digamos que uma empresa de software para clínicas conclua, pela projeção, que precisa captar R$ 808.900, já com a reserva de capital de giro. Hoje ela queima R$ 65.600 por mês.

R$ 808.900 ÷ R$ 65.600 = 12,3 meses de operação no ritmo atual de queima.

Se a projeção mostra o equilíbrio só depois desse prazo, uma rodada não basta: a empresa precisa reduzir a queima ou prever uma segunda captação.

Como interpretar e erros comuns

O fundador que apresenta a necessidade de investimento como um projeto isolado, sem ligar à receita nem aos impostos, vê o investidor analisar a empresa inteira e apontar o furo: o artigo sobre o cálculo diz que esse é o erro mais comum nas projeções para captação. Quem pede um valor muito acima ou muito abaixo do ponto mais negativo da curva acaba com uma rodada que sobra ou que termina antes do equilíbrio.

Já o sócio que trata a rodada como um evento sem consequências esquece o quadro societário, onde o episódio sobre cap table e stock options lista, entre os erros comuns, ignorar contratos que não são diluídos em rodadas futuras.

Para ir além

Leve Rodada de investimento para dentro da rotina financeira da sua empresa.

Experimentar grátis

← Voltar ao glossário