Início Plataforma Copilot Integrações Metodologia Serviços Casos de Sucesso Planos Blog Colunas Controller Cast Canal no YouTube Melhores Materiais Trilhas de Conhecimento Universidade Treasy Biblioteca Treasy Caixa de Ferramentas Glossário de FP&A Treasy para seu Negócio
Entrar
Treasy BI Financeiro Treasy Planejamento Experimentar grátis →
Glossário de FP&A

Fluxo de caixa de financiamento

O que é

O fluxo de caixa de financiamento é a parte da Demonstração do Fluxo de Caixa que mostra de onde a empresa obtém seus fundos: o investimento dos proprietários, os empréstimos e outras dívidas. Ele registra também o que sai para amortizar as dívidas e distribuir lucros.

Quem lê o demonstrativo que aponta a origem dos recursos da empresa encontra neste grupo a parte do caixa que veio dos sócios e dos credores, e não das vendas.

Como funciona

Este grupo reúne as fontes de fundos e o que sai para devolvê-las. Entram o investimento dos proprietários, o empréstimo bancário e outras dívidas, como descreve o texto sobre a análise do fluxo de caixa.

Do lado das saídas ficam os empréstimos pagos e os dividendos, conforme o artigo que lista as entradas e saídas das atividades de financiamento. O saldo do grupo diz se a empresa captou mais do que devolveu no período.

Exemplo prático

Imagine uma gráfica que, num ano, recebe R$ 268.900 de um empréstimo bancário e R$ 137.800 de aporte dos sócios, e paga R$ 172.800 de empréstimos antigos. As entradas do grupo somam R$ 268.900 + R$ 137.800 = R$ 406.700.

Descontadas as amortizações, R$ 406.700 - R$ 172.800 = R$ 233.900 de fluxo de caixa de financiamento no ano. Mesmo que o caixa final tenha crescido, esses R$ 233.900 vieram de sócios e credores, e não das vendas.

Como interpretar e erros comuns

O fluxo de financiamento sobe quando a empresa capta dinheiro de sócios e credores e cai quando amortiza dívidas ou distribui lucros; positivo, ele diz que entrou mais do que saiu. Algumas leituras distorcem o número.

  • Tratar a captação como resultado: empréstimo e aporte são fundos obtidos, não o que a operação vendeu, então um caixa que cresce só por esse grupo não prova um negócio saudável.
  • Esquecer as saídas: a amortização de dívidas e a distribuição de lucros também pertencem ao grupo, e olhar só as entradas superestima o que sobrou.
  • Ler o grupo isolado: o demonstrativo permite ao gestor avaliar a capacidade financeira da empresa e planejar, o que pede ver o financiamento junto com os demais fluxos.

Para ir além

Leve Fluxo de caixa de financiamento para dentro da rotina financeira da sua empresa.

Experimentar grátis

← Voltar ao glossário