Início Plataforma Copilot Integrações Metodologia Serviços Casos de Sucesso Planos Blog Colunas Controller Cast Canal no YouTube Melhores Materiais Trilhas de Conhecimento Universidade Treasy Biblioteca Treasy Caixa de Ferramentas Glossário de FP&A Dados econômicos Treasy para seu Negócio
Entrar
Treasy BI Financeiro Treasy Planejamento Experimentar grátis →
Glossário de FP&A

Joint venture

O que é

Joint venture é uma associação econômica entre duas ou mais empresas que reúnem recursos para realizar uma tarefa específica por um período determinado. Nesse acordo, são compartilhados benefícios, custos, riscos e prejuízos, e as empresas continuam existindo separadamente. Ela pode ser contratual, sem criar nova empresa, ou societária, com a criação de uma nova personalidade jurídica.

É comum tanto em grandes fusões quanto em parcerias menores entre empresas de tecnologia, dentro do que hoje se chama negócios da Nova Economia.

Como funciona

As empresas envolvidas definem em contrato o quanto cada uma investe, como o resultado é dividido e por quanto tempo o acordo vale. Na forma contratual, não nasce uma empresa nova: cada parte responde dentro do que assinou. Na forma societária, nasce uma pessoa jurídica própria, com sócios e contabilidade separada, e a decisão de estruturar assim faz parte da controladoria estratégica de cada empresa fundadora.

Exemplo prático

Duas empresas do mesmo setor, uma com tecnologia própria e outra com a rede de distribuição já pronta, formam uma joint venture societária para lançar um produto juntas. A primeira entra com R$ 400.000 em desenvolvimento, a segunda com a estrutura logística avaliada em valor equivalente, e o contrato social divide o resultado em partes iguais. Se o produto não decolar, o prejuízo também é repartido, sem que nenhuma das duas precise arcar sozinha com o risco todo.

Como interpretar e erros comuns

Joint venture não é fusão nem compra: as empresas continuam independentes fora do escopo do acordo, diferente de um centro de serviços compartilhados, que integra operações do dia a dia entre unidades da mesma empresa.

O contrato deixa claro o que acontece se uma das partes quiser sair antes do prazo combinado, ou essa saída só vira problema quando alguém de fato tenta sair? Dividir o investimento é fácil: e dividir com a mesma clareza a governança das decisões, quem decide o quê e quando? A pergunta que mais some do radar é como a distribuição de lucros ou prejuízos acumulados da nova estrutura será registrada na contabilidade de cada sócia.

Para ir além

Leve Joint venture para dentro da rotina financeira da sua empresa.

Experimentar grátis

← Voltar ao glossário