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Custo de aquisição de clientes: gráfico empilhado no Treasy

Veja como analisar custo de aquisição de clientes por departamento no Treasy: gráfico empilhado e pizza com dados do Omie e Conta Azul.

Neste artigo

Gráfico de barras empilhadas mostrando o custo de aquisição por canal

Você encerrou o mês sabendo que gastou com marketing e com vendas, mas sem conseguir dizer qual dos dois pesou mais na máquina de trazer clientes? O problema quase nunca é falta de dado: é falta de agrupamento. Enquanto as contas de cada time ficam separadas no plano financeiro, você enxerga partes soltas. No momento em que você as reúne sob "aquisição de clientes" e visualiza mês a mês, ganha tendência, composição e responsável de uma vez. É esse salto de leitura que o vídeo abaixo mostra na prática, agrupando as contas do comercial e do marketing num único painel dentro do Treasy.

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Capa do vídeo: Custo de aquisição de clientes: visão empilhada e pizza (Omie e Conta Azul)Vídeo · YouTube

O que é custo de aquisição de clientes no contexto gerencial

Custo de aquisição de clientes (CAC gerencial) é o total de desembolsos de marketing e vendas em um período dividido pelo volume de novos clientes conquistados no mesmo intervalo.

Diferente do CAC de startups, que foca em receita recorrente, o CAC gerencial interessa a qualquer empresa que queira saber quanto cada real de receita nova custou para ser trazida. O vídeo levanta exatamente essa questão: quanto custou o comercial ao longo do ano, com marketing e vendas responsabilizados separadamente? Aqui aprofundamos os conceitos por trás da visualização para que você saiba o que cada formato de gráfico revela e quando usar cada um.

O que os dois formatos de visualização mostram

O Short percorre dois formatos do mesmo dado: colunas empilhadas e pizza.

No formato empilhado, cada mês aparece como uma barra dividida entre as áreas responsáveis. Você lê a tendência total ao longo do ano e, dentro de cada barra, enxerga qual time empurrou o movimento. Se o custo subiu em outubro porque a empresa investiu em prospecção ativa, os números se explicam. Se o custo subiu e a receita ficou parada, o desvio orçamentário aparece ali sem precisar de planilha extra.

No formato pizza, a composição do período vira proporção: quanto do total de aquisição coube a cada departamento. O rótulo de dados dentro de cada fatia elimina a necessidade de estimar visualmente a participação de cada área.

Os dois formatos usam o mesmo agrupamento de contas reunidas sob um contexto. A lógica se repete para qualquer outro grupo de departamentos da empresa, como produção e logística, por exemplo. Para entender como o storytelling com dados transforma a leitura dos gráficos em reuniões de resultado, o post sobre storytelling com dados financeiro aprofunda os critérios de escolha de formato.

Por que agrupar por departamento muda a análise

Olhar cada conta separadamente fragmenta a leitura. Salários de vendas aqui, verba de mídia ali, ferramentas de automação acolá: você vê despesas, não uma máquina.

Quando você estrutura o plano de contas com contextos e naturezas bem definidos, consegue subir um nível e enxergar o total de aquisição como um indicador de desempenho acompanhado mês a mês. Esse número pode entrar direto no seu acompanhamento Planejado x Realizado e responder uma pergunta estratégica: a máquina de crescimento está dentro do que foi planejado?

A responsabilização por departamento é o princípio básico do orçamento descentralizado em operação. Marketing responde pelo que é de marketing; vendas responde pelo que é de vendas. Isso não é só organização: é o que permite cobrar resultado de cada time sem discussão sobre quem gastou o quê. Foi por esse caminho que a Icatu Brasil revisitou suas margens e descentralizou o orçamento no Treasy, passando a enxergar cada área pelo que de fato gastava em vez de um bolo único de despesas.

Como o Treasy conecta Omie e Conta Azul a esse painel

O vídeo trabalha com o agrupamento já montado; o que o torna possível, antes da tela aparecer, é a integração com o ERP. A integração ERP-financeiro com Omie e Conta Azul traz os lançamentos automaticamente para dentro do Treasy. A partir daí, o de-para de contas e centros de resultado organiza cada lançamento dentro da estrutura da empresa, sem exportação manual de planilha.

Com a integração feita, os gráficos de aquisição ficam disponíveis para qualquer período, atualizados conforme os dados entram. O que levaria horas em Excel passa a ser uma questão de filtrar o período e escolher o formato de visualização. A mesma lógica serve para análise de DRE, fluxo de caixa projetado e qualquer painel que dependa de dados do ERP.

Quando o CAC começa a pesar no resultado

O custo de aquisição não é problema por existir: é problema quando cresce sem acompanhar o crescimento de receita. Empresas que acompanham o CAC gerencial dentro do controle orçamentário conseguem fazer três perguntas antes que o estrago apareça no resultado:

  1. O desembolso de aquisição está crescendo mais rápido que a receita líquida?
  2. Qual dos times está puxando o aumento: marketing ou vendas?
  3. O ritmo atual de aquisição é sustentável até o fechamento do ano?

Essas perguntas só têm resposta rápida quando a estrutura de contas já está organizada e os dados chegam automaticamente pelo ERP. Sem isso, a análise vira trabalho manual que acontece tarde demais para mudar alguma coisa.

Modelagem financeira: o que torna essa análise possível

A análise que o vídeo mostra depende de uma decisão de modelagem financeira feita antes: agrupar as contas de marketing e vendas sob um contexto comum chamado "aquisição de clientes". Esse agrupamento é a camada que separa o Treasy de uma planilha genérica.

Na prática, o processo é:

  • Definir as naturezas de contas que pertencem à aquisição (salários do comercial, mídia paga, ferramentas de CRM, comissões de vendas).
  • Criar um contexto que reúna essas naturezas.
  • Associar cada conta do ERP a uma natureza via de-para.

A partir daí, o gráfico empilhado e a pizza são consequência, não trabalho extra. Qualquer período futuro vai aparecer com o mesmo agrupamento, sem precisar reconfigurar nada. Para entender como o de-para funciona na prática, o post sobre de-para de dimensões de BI financeiro aprofunda a lógica.

A mesma estrutura que viabiliza a análise de aquisição serve para o orçamento de marketing digital e para o orçamento de vendas, já que todas essas peças compartilham o mesmo plano de contas como base. Se quiser um ponto de partida prático, o Kit de Marketing e Vendas reúne modelos e checklists para estruturar o orçamento das duas áreas antes de conectá-las ao Treasy.

Tipos de visualização e quando usar cada um

O vídeo mostra dois formatos. A escolha entre eles depende do que você quer comunicar:

Formato O que responde Quando usar
Colunas empilhadas Tendência ao longo do tempo + composição por área Reunião de acompanhamento mensal, verificar sazonalidade
Pizza Participação relativa de cada área no total do período Apresentação de encerramento de semestre, corte por período fixo
Barras simples por área Comparação direta entre times no mesmo mês Análise pontual de um mês específico

Para saber mais sobre qual formato serve melhor a cada contexto, o post sobre gráficos financeiros detalha os critérios de escolha. Já o post sobre indicadores a partir do DRE mostra como transformar essa mesma lógica em métricas de resultado monitoradas continuamente.

Referência: como o acompanhamento do CAC evolui por porte de empresa

A tabela abaixo organiza como o controle do custo de aquisição costuma ser praticado conforme a empresa cresce. Os valores são referências de prática de mercado para gestão financeira de PMEs, não dados do vídeo.

Porte da empresa Como acompanha o CAC Principal desafio Ponto de atenção no ERP
Microempresa (até 10 pessoas) Informal ou não acompanha Separar despesas pessoais das de aquisição Lançamentos sem classificação por conta
Pequena empresa (10 a 50) Mensal, via exportação do ERP Classificar as contas corretamente no ERP De-para de contas incompleto ou desatualizado
Média empresa (50 a 300) Mensal automatizado, com P×R por departamento Responsabilizar times pelo desvio Centros de resultado sem responsável definido
Empresa de crescimento acelerado Semanal, integrado ao funil de vendas Manter CAC sob controle enquanto a receita cresce Falta de contexto agrupador para análise histórica

Leituras relacionadas para aprofundar


Quando a leitura financeira sai do nível de "o que aconteceu" e vai para "qual time fez o quê e quanto custou", a reunião com diretoria muda de patamar. Se quiser ver esse tipo de análise com os dados da sua empresa, experimente o Treasy de graça e conecte seu ERP em minutos.

Perguntas frequentes

O que significa 'aquisição de clientes' como grupo de contas no Treasy?
É um agrupamento que reúne as contas de marketing e vendas sob um único contexto. Em vez de ver cada conta separadamente, você enxerga o total que a empresa desembolsou para trazer receita, mês a mês.
Qual a diferença entre o gráfico empilhado e o gráfico de pizza nessa análise?
O empilhado mostra a evolução mês a mês, com marketing e vendas separados dentro de cada barra. O de pizza mostra a composição proporcional de um período, com rótulo de dados em cada fatia para leitura direta.
O Treasy funciona com Omie e Conta Azul ao mesmo tempo?
Sim. Cada ERP é uma fonte de dados independente. A integração traz os lançamentos de cada um automaticamente para dentro do Treasy, onde o de-para de contas organiza tudo na mesma estrutura.
Como o Treasy sabe que um lançamento é de marketing e não de vendas?
Pelo de-para de contas e centros de resultado. Você mapeia quais contas do ERP correspondem a cada departamento dentro do Treasy, e a partir daí a classificação acontece automaticamente nos gráficos.
Posso usar esse mesmo tipo de análise para outros departamentos além de marketing e vendas?
Sim. A lógica de agrupamento funciona para qualquer conjunto de contas. Você pode criar o mesmo painel para operações, TI ou qualquer outra área que queira acompanhar como bloco.
Essa análise substitui o acompanhamento Planejado × Realizado?
Não, ela complementa. O gráfico de aquisição mostra o comportamento histórico do custo. Para saber se esse custo está dentro do que foi planejado, é preciso cruzar com o orçamento no acompanhamento P×R.
Com que frequência o gráfico é atualizado quando uso Omie ou Conta Azul?
A atualização segue a sincronização da fonte de dados configurada na integração. Quanto mais frequente a sincronização, mais próximo do tempo real o gráfico fica.

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